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Diário De Bordo - Beatriz Argolo, Jade Letícia e Larissa Nicomedes


01/11/2016 – Saída Pedagógica 

Saída de Salvador – 07:37 da manhã 
Chegada em Sauípe – 09:50 da manhã 
Trilha do Eco parque – 09:55 da manhã 
Jacaré do Papo Amarelo – 10:10 da manhã
Abelhas – 10:50 da manhã 
Casa da farinha – 11:00 da manhã
Estação Ambiental Braskem (Casa do futuro) – 11:20 da manhã 
Museu de História Natural Cetrel – 12:20
Parada pra almoço – 13:00 da tarde 
Volta pra salvador – 14:56 da tarde 
Chegada em Salvador – 17:00 da tarde
 
  Ao chegar ao Parque Sauípe, você vai se encantar com as belezas naturais e a biodiversidade que cerca este local. A trilha sonora fica por conta de pássaros raros. O local é ideal para relaxar e esquecer o estresse da cidade, aproveitando o que a natureza tem de melhor.

 A área é dividida em partes: O espaço Braskem, dedicado ao ciclo de vida do plástico e suas possibilidades de tornar a vida mais prática e sustentável. Espaço interativo da sustentabilidade com atividades relacionadas à sustentabilidade e o consumo consciente de, focadas em água, energia e resíduos e outros. O interessante do local é que você vive no campo, em meio ao ecológico, animais, matas, açaí em árvores, em meio ao conhecimento e aprende muito sobre o local. 

Um lugar criado no intuito de conservar os ecossistemas e fomentar a educação ambiental.

o Eco Parque Sauípe protege uma área de 66 hectares na região de transição de dois ecossistemas do bioma Mata Atlântica (a floresta e a restinga) além de serem fornecidas plantas nativas para reflorestamento. Ou seja, é uma grande aula a céu aberto.


Primeira parada – Pequena explicação.Em uma viagem de 2 horas com trânsito livre indo pela BR, chegamos à Mata de São João, onde fica localizado o Eco parque Sauípe, 77 km de Salvador - BA. Ao chegarmos, fomos diretamente para onde fica localizado o Museu, pois era uma área ampla para que todos os alunos pudessem ouvir com atenção a uma pequena explicação sobre o local, onde conhecemos algumas das espécies ameaçadas de extinção, tal como o Jacaré do papo amarelo e o macaco prego. Logo após, foram divididos dois grupos: um de meninas com o guia, e outro de meninos com a guia. 



Segunda parada – Jacaré do papo amarelo. 

Os Jacarés são importantes são importantes ecologicamente falando. Pois eles fazem o controle biológico de outros animais. Alimenta-se de animais velhos e fracos que não conseguem escapar de seu ataque e suas fezes servem de alimento pra peixes, camarões e outros seres vivos aquáticos presentes no local. 






Terceira parada – Abelhas. 
Foram mostradas uma colmeia de abelha com uruçu amarelo e abelha mosquito, ajudando na polonização de alimentos. O cara que criou, morreu. 

Quarta parada – Casa da farinha. 
Tapioca é uma iguaria tipicamente brasileira, de origem indígena e descoberta em Pernambuco, feita com a fécula extraída da mandioca (substância farinácea também conhecida como tapioca, goma seca, polvilho e polvilho doce), que ao ser espalhada em uma chapa ou frigideira aquecida aglutina-se e se transforma em um tipo de panqueca ou crepe seco. Eles deixavam descansar por um bom tempo, mais ou menos 72 horas até o beiju ficar no ponto certo, e tinha um pequeno processo, mas o recheio era de sua escolha.


Quinta parada – Casa do futuro. 
Estação Ambiental Braskem, que visa contribuir na educação de jovens estudantes. Aqui foi explicada sobre as formas de produzir energia, como acontecem e como se distribuem, tinha um exemplo que você girava em um canto e acendia as luzes de uma pequena cidade. Muito interessante! Falou sobre a água, a má utilização e de como a água doce está ficando escassa. Os produtos que utilizamos em casa e o quanto de energia consomem. 


Sexta parada – Museu de História Natural Cetrel. No museu, existe uma coleção de diversos animais empalhados, e 180 espécies diferentes, que exemplificam os diversos ecossistemas brasileiros. A coruja, tendo como significado o conhecimento é um dos que está no museu. A cobra, um tigre lindíssimo, patos, papagaios, jacaré, aves, cágado e muitas outras espécies. E esse museu está juntamente com os núcleos de arqueologias e ciências naturais. 






Sétima parada – Almoço no Eco Parque.Depois de tanto caminharmos e conhecermos mais sobre o Eco Parque Sauípe tinha chegado a hora de comer e claros nos dirigiram ao almoço. O restaurante ficava dentro do local. 

Oitava parada – Ônibus, volta pra casa. 
Depois de almoçarmos, fizemos uma pequena trilha de 5 a 10 minutos até a entrada do Eco Parque Sauípe e nos dirigimos diretamente ao ônibus de volta a Salvador – BA.
 

Ao fim, não poderíamos deixar de tirar uma foto nessa linda paisagem! Eco Parque Sauípe.
Antigamente

A região onde se localiza Salvador era habitada pelos tupinambás, quando, em 1501, Gonçalo Coelho, comandante da primeira expedição exploratória, comerciou com os índios e instalou  o padrão de posse português no local do atual Farol da Barra, na entrada da baía. Era 1º de novembro, dia de Todos os Santos.
Por volta de 1509, um navio, provavelmente francês, naufragou na costa da Bahia. Um dos sobreviventes, o português Diogo Álvares Correa (Caramuru) estabeleceu-se no local da futura Salvador. Juntamente com a índia Paraguaçu, Caramuru desempenhou importante papel dentro da história da colonização da Bahia. Surgiu o primeiro povoado com a integração de europeus.
Em meados do século 16, o Brasil passou a ser visto como uma terra promissora. Em 1548, a Capitania foi adquirida pela Coroa Portuguesa para que nela fosse estabelecida uma povoação grande e forte, conforme as diretrizes do Regimento de Dom João III.
Em 1549 inicia-se o processo de colonização efetiva do Brasil com a fundação da sua primeira capital, a Cidade do Salvador. Seu fundador, o primeiro Governador Geral Thomé de Sousa desembarcou no atual Porto da Barr, em 29 de março, e iniciou a construção da cidade-fortaleza, planejada para ser o centro administrativo do Brasil.
O traçado urbano da cidadela foi definido pelo mestre de cantaria Luís Dias, com nítida preocupação de defesa, cercada por uma paliçada. As primeiras construções foram de taipa e palha.  Neste período a Bahia era a região que mais exportava açúcar, considerado na época o produto mais exportado do país. A fama e a riqueza da província baiana, despertaram a cobiça de outros países no início do século 17. Nestes tempos Portugal estava unido com a Espanha, colocando várias restrições ao Brasil como, o impedimento do país em firmar relações comerciais com a Holanda. Este fato, ligado a riqueza desencadeada pela exportação do açúcar, fez com que a Holanda resolvesse invadir a Bahia. Uma esquadra comandada pelo holandês Jacob Willekens, chegou às terras baianas em 1624 com 26 navios. Os invasores holandeses ocuparam Salvador e permaneceram por cerca de um ano até serem expulsos pela força luso-espanhola.
No século 18, Salvador já contava com uma Escola de Engenharia, que funcionava no Forte de São Pedro, e uma universidade. Sim, os Estudos Gerais do Colégio dos Jesuítas foram meritoriamente a primeira universidade do Brasil. A Escola de Engenharia formou um dos primeiros grandes engenheiros brasileiros: José Antônio Caldas.
Dos séculos 16 ao 18, Salvador era dos principais elos entre Portugal, o sul da África e o litoral da Ásia. Foi capital do Estado do Brasil, até 1763, e anos depois na fase de independência do Brasil, em 1822, a capital baiana protagonizou uma luta que se arrastou por mais de um ano, mesmo após o Brasil ficar independente de Portugal. Somente no dia 2 de julho de 1823, a Bahia pôde comemorar a independência brasileira. Salvador continuouo sendo Capital Eclesiástica da América Lusitana, até 1891, e a Capital Jurídica de sua parte norte, até 1808.
Até o início do século 19, era a maior cidade do Brasil e a segunda maior em todo o Império Lusitano, atrás apenas de Lisboa. Até os anos 1870, era o porto mais movimentado do País.

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Atualidade

Salvador é uma das mais belas e visitadas cidades do Brasil. Reúne inúmeras atrações para todos os gostos: praias e belezas naturais, locais históricos,  muita música, gastronomia típica, religiosidade, capoeira, além de possuir o maior carnaval do mundo.
Salvador está entre as cidades mais ensolaradas do mundo, sendo o clima ideal para os seus 50 quilômetros de praias, distribuídas entre a cidade alta e a cidade baixa, banhadas pelas águnas do oceano Atlântico e da Baia de Todos os Santos.
Salvador é conhecida como a “capital cultural do país”, berço de grandes nomes no cenário artístico, com destaque mundial.
Com tantas praias, fica fácil explicar porque a cidade é tão procurada pelos amantes de esportes aquáticos.
Em Salvador, os mergulhadores encontram espaço ideal. Além de belezas naturais submarinas, a cidade tem o maior número de naufrágios registrados no Brasil. Algumas ruínas de antigos navios estão a poucos metros da praia, acessíveis para iniciantes em mergulho.
As riquezas da cidade podem ser vistas em cada esquina.
Portanto, Salvador é a capital da multiplicidade e, em potencial, o maior destino turístico do país.

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Pontos turísticos

Salvador foi a primeira cidade do Brasil, construída a partir de 1545 como cidade-fortaleza, destinada à administração colonial e comércio. Seu crescimento deu-se em dois planos - a Cidade Baixa, compreendida pelo Bairro da Praia com uma comprida rua que dividia o porto e as casas comerciais - e a Cidade Alta, onde estavam os bairros de São Bento (incluindo Sé), Palma, Desterro, Saúde e Santo Antonio Além do Carmo.

A cidade, assim, cresceu ao longo do seu litoral, embora a chamada "mancha matriz" tenha surgido no apto da escarpa acima 65 metros da faixa

A Sorveteria da Ribeira, a mais tradicional sorveteria de Salvador com mais de 70 sabores de sorvete, fica dificil ate escolher com tantos sabores de frutas exóticas.
A praia da Ribeira é uma praia mais familiar, como não tem ondas, as crianças se divertem com mais tranqüilidade, a região tem muitos bares e restaurantes de comida baiana nos arredores da Avenida Beira Mar, é um dos meus lugares favoritos para passar a tarde na calmaria e vendo o mar.
Pelourinho - Poucos lugares são tão emblemáticos em Salvador como o Pelourinho. No Centro Histórico da capital baiana e parte do Patrimônio Histórico da ONU, ele chama atenção por suas casas em estilo colonial barroco português. A denominação remonta a época da escravidão. Pelourinho significa a coluna de pedra que ficava no centro das praças para castigar os escravos.
Farol da Barra - O Farol da Barra, também conhecido como Farol de Santo Antônio, é um dos principais cartões-postais de Salvador, e além da beleza externa, também dá acesso ao museu náutico. A torre de 22 metros de altura foi construída no século XVII e guiava as embarcações que chegavam à cidade, que já foi um dos principais portos da América do Sul.
Elevador Lacerda - O Elevador Lacerda é um dos atrativos turísticos mais procurados de Salvador, apesar de ter uma utilidade de fato para a população. O primeiro elevador urbano do mundo leva os moradores da parte baixa da cidade para a parte alta. A atração fica por conta da bela vista a partir dele.
A Igreja Basílica Santuário Senhor Bom Jesus do Bonfim, mais conhecida como Igreja do Senhor do Bonfim em Salvador, foi construída entre 1746 e 1754, para abrigar a imagem do Senhor Bom Jesus do Bonfim, trazida de Lisboa, em 1745. O Senhor do Bonfim é um ícone da fé baiana. A igreja atrai muitos devotos, turistas e peregrinos. As famosas fitinhas do Senhor do Bonfim são produzidas desde o início do século 19 e têm a medida do comprimento do braço direito até o peito da imagem do Senhor do Bonfim.

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EQUIPE: Andreza, Eliel David, Gabriel Yuri, Julia Silva, Juliana, Rebeca Fráguas e Renilton Ramos. 
Nosso dia começou às 07:30 da manhã, quando entrávamos no ônibus, e após cerca de duas horas de viajem, finalmente chegamos ao nosso destino.


[9hs50mins] A primeira "trilha" leva os visitantes do portão ao prédio principal. Durante esse caminho pudemos ver diversas esculturas, lagos, e até mesmo animais nativos da região. Algumas esculturas do artista baiano Bel Borba, o mesmo que expôs alguns de seus trabalhos no Shopping da Bahia durante um período deste ano, chamava a atenção dos alunos enquanto caminhávamos. As esculturas do Bel Borba chamam atenção pela forma na qual ele reutiliza o lixo, o obsoleto, para criar a arte.


Chegando ao prédio principal, todos nos acomodamos no pátio onde a guia Roberta falou um pouco sobre o parque e sobre seus biomas. Em um total de 640,000 km², o eco parque de Sauípe possui como principal bioma a Mata Atlântica, e oscila entre Reestinga e Caatinga de acordo que se afasta do litoral. Um dos principais pontos do parque é a forma que é misturado a arte natural com a humana. Além de Bel Borba, outros escultores expõem suas obras nas trilhas do parque.

[10hs20mins] Espalhados pela imensidão verde temos algumas espécies nativas do bioma como jacarés de papa amarela e micos-leão-dourados. Há também dois museus dentro do parque, sendo um deles o Museu de Ciências Naturais e o outro , Museu de História Natural.



No Museu de Ciências Naturais, encontramos inúmeros animais empalhados representando a diversidade biológica do nosso país. Entre todos esses, temos tigres, várias espécies de aves, cobras e outros répteis, coalas, tatus e vários outros. 



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Já no Museu de História Natural, podemos ver um pouco da história de Sauípe. Vários objetos indígenas e quadros explicativos são vistos lá, trazendo vários tópicos interessantes. Uma coisa que deixa claro a carga histórica da área é o seu próprio nome. Aquela região foi nomeada pela tripo indígena que lá vivia. Sauípe significa "terra de muitas formigas", o que explica bastante a quantidade imensa de formigas que trafegam pelas trilhas.



[12hs10mins] Enfim, saímos do prédio principal, e nos dirigimos para mais uma trilha. Para não perder a identidade visual do parque, vimos mais esculturas durante o trajeto.


Dessa vez vemos restos de avião acoplados a manequins. Juntando todas essas esculturas, a ideia de que "nada se cria, nada se perde, tudo se transforma" expressa por Antoine Lavoisier se torna bastante presente no quadro geral do parque. Isso nos leva até nossa próxima parada: a Estação Ambiental Braskem, famigerada casa do futuro.


A casa do futuro nos sugere que, em poucas décadas, a Terra vai estar completamente escassa, e por conta disso, as paredes das casas serão agora feitas de plástico tipo pvc e sustentadas por grandes estruturas de aço. O interior da estrutura é um verdadeiro labirinto de pôsteres informativos e botões.


Na palestra da casa do futuro foi nos passado a razão pela qual devemos cuidar do nosso consumo tanto de água, quanto de energia. A questão é que, por mais que 71% da terra seja de água, resta apenas aproximadamente 2,5 % de água doce no mundo. Por mais que existam milhões de técnicas químicas para tratar a água para se tornar "potável", isso envolve muita química que nos traz problemas de saúde graves. Não é preciso ir até outro lado do mundo para ver o quanto a situação está precária. Aqui no Brasil mesmo, em São Paulo, a água já é controlada, por conta de sua escassez.


Vemos também um pouco do processo físico que acontece para que a energia da natureza se transforme em eletricidade, e a quantidade de energia que alguns dos eletrodomésticos utilizam, por hora. Isso sobrecarrega o nosso planeta, pois para que nossa eletricidade seja produzida, o planeta precisa mover as águas e os ventos para que esses movimentos sejam convertidos em energia elétrica.

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[13hs] Saímos da Estação Braskem, e paramos para almoçar. Às 14hs50mins voltamos para o ônibus, e após mais duas horas, chegamos em salvador às 17hs. Foi uma viagem interessante, e bastante informativa para nós. Esperamos que tenha sido o mesmo para todos!

Texto: Luan Carlos
Revisão e Acréscimos: Bruna Gonçalves e Mariana Kely
Fotografia: Cyro Nogueira e Luan Carlos


DIÁRIO DE BORDO - ECO PARQUE SAUÍPE
Equipe: Carlos Augusto
             Lucas Vinícius
            Mateus Viana
              Milena Benício

  1. Saída do colégio – 07:35
  2. Chegada no parque – 09:48
  3. Início de Trilha - 9:55
  4. Casa das abelhas - 10:48
  5. Visita a casa da farinha - 11:02
  6. Estação Ambiental - 11:23
  7. Museu - 12:15
  8. Almoço - 13:00
  9. Saída do parque – 15:00
  10. Chegada em Salvador – 17:00


Localizado na Vila Sauípe, a 77 km de distância da capital baiana, o Eco Parque Sauípe é um local administrado pelo Instituto Fábrica de Florestas, instituição que se dedica à preservação e ao reflorestamento dos remanescentes de Mata Atlântica do Litoral Norte da Bahia e a promoção da educação ambiental para crianças, jovens e adultos.


Às 10:00hrs os alunos do 1º e 2º ano do ensino médio do Colégio Adventista de Itapagipe chegaram ao destino referente à saída pedagógica, o eco parque Sauípe, localizado no município de Mata de São João.




Assim que chegaram, os alunos tiveram uma breve aula sobre a vegetação presente na região (mata atlântica), ressaltando as suas características. Apesar da devastação, é a mata atlântica da Bahia um dos mais importantes centros de endemismo do país, com alta diversidade biológica, concentrando 30% das espécies endêmicas de aves, 10% das espécies endêmicas de anfíbios e todos os seis gêneros de primatas encontradas no bioma



 Logo após a aula, foi apresentada a taxidermia ou o empalhamento, que é uma tática onde o profissional, taxidermista no caso, pega o animal morto e tira suas vísceras, preenchendo-o com isopor, depois de tal apresentação e algumas recomendações, o grupo foi levado a um espaço onde tinha amostras de animais empalhados.





 Após isso, visitaram uma casa feita de PVC e montada para conscientizar as pessoas sobre a preservação do meio ambiente mostrando as reservas de água doce no mundo, além de fontes de energia e consumo de aparelhos elétricos usados costumeiramente dentro de uma casa fazendo o comparativo desses aparelhos através de lâmpadas.



Por volta das 11 horas e 40 minutos, os alunos visitaram o museu do parque. Chegando lá, puderam observar vários tipos de obras, algumas de autoria de Bel Borba. No chão do museu tinha um mapa da região do litoral norte. A maioria das obras ali presentes eram feitas de barro, em meio a inúmeras, uma que se destacava era a de um barco muito comum naquela região em períodos de navegação, aparentemente uma canoa.



Em virtude dos relatos citados, há conhecimento de que foi um dia muito produtivo e repleto de conhecimento, cada aluno absorveu uma quantidade de informações sobre o local, a sua fauna, a sua flora, o clima, dentre muitos outros aspectos. Através de tal experiência, todos obtiveram a oportunidade de aprender principalmente sobre a biodiversidade.