DIÁRIO DE BORDO - ECO PARQUE SAUÍPE

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DIÁRIO DE BORDO – ECO PARQUE SAUÍPE
Equipe: Igor Improta, Julia Dias, Mara Mileide, Zaida Cerqueira

Com destino ao Eco Parque Sauípe, para caminhar respirando o ar puro e admirando a paisagem exuberante, a viagem realizada para as turmas de 1° e 2° ano do Ensino Médio foi consolidada no ponto de encontro inicial: o Colégio Adventista de Itapagipe. O objetivo da saída pedagógica foi proporcionar o conhecimento em suas variadas vertentes. Os responsáveis pela dedicação em manter-nos seguros e informados foram os professores Ezequiel Cabral, Leoneide Gomes e Ednaldo Teixeira.

À medida que chegaram a sede do Colégio, os alunos (alguns atrasados) aguardaram a chamada de confirmação para embarcarem em um dos três ônibus disponíveis.

07:39- Saída do Colégio Adventista de Itapagipe/ Embarque.
Nessa etapa inicial, reverenciamos e oramos ao Senhor Jesus, pedindo proteção e benção, de forma que Ele nos concedesse um dia de paz e aprendizado.

08:14- Passamos pela BR 324.
08: 25- Passamos pelo pedágio (Linha Verde).
09:28- Chegada em Imbassaí.
09:38- Chegada a Costa do Sauípe, localizado a 4 km do Eco Parque.
09:47- Chegada ao Eco Parque.

O Eco Parque Sauípe, localizado na Mata de São João a 77 km de Salvador, oferece atividades e trilhas ecológicas, sendo criado com o objetivo de estimular a conservação dos ecossistemas e promover a educação ambiental. Desde 1998, este protege uma área de 66 hectares na região de transição de dois ecossistemas do bioma Mata Atlântica, além de fornecer mudas de plantas nativas utilizadas no reflorestamento do Litoral Norte da Bahia. O local tem ainda lagoas, nascentes e variedade de árvores. Em relação as espécies de animais nativos, encontra-se o jacaré de papo amarelo, macaco prego, paca e teiú.

Ao fim da primeira caminhada, chegamos ao local que abriga os famosos museus. No primeiro momento, fomos apresentados ao ambiente sob a regência de Roberta, guia do parque. Segundo a mesma, a exuberância da floresta do Eco Parque Sauípe é resultado do solo rico e fértil. Considerando a imensurável beleza que notamos, fomos alertados que as árvores são endêmicas, ou seja, específicas da região. Além disso, a guia nos informou que o responsável por zelar pela proteção do parque e realizar pesquisas para melhorar a qualidade do ambiente é o Instituto Fábrica de Florestas.

Dividindo as turmas entre meninos e meninas (acompanhados de um outro guia), iniciou-se o tour. Em meio ao roteiro encontram-se a casa de farinha (onde é vendido beiju), e a Estação Ambiental Braskem, um grande espaço de aprendizado audiovisual e interativo sobre aplicações e ciclo do plástico, sustentabilidade e consumo consciente de energia e de água. Dá para aprender bastante, embora o calor seja grande. O foco dos stands é exatamente perguntas relacionadas ao ambiente sustentável, por exemplo: “Como reduzir o consumo de energia elétrica em casa?" "Quais as fontes de energia renovável?" e “Como utilizar a água sem desperdiçar?”.

Ao lado dessa área, fica o Viveiro Escola, onde os visitantes recebem informações sobre botânica, produção e plantio de mudas nativas da Mata Atlântica e conservação das florestas.

Ademais, fomos apresentados a soluções sustentáveis através da Química, de forma a entender que nós mesmos somos capazes e responsáveis por promover o desenvolvimento e conservação da área ambiental do nosso Estado.

Ainda no tour, nós, visitantes, tivemos a oportunidade de conhecer o Museu de História Natural Cetrel, com os Núcleos de Arqueologia e de Ciências Naturais. O destaque do passeio foram os animais empalhados (em extinção ou que visitam a região brasileira), incrivelmente instigantes, sendo destaque as aves. Em uma outra sala continha um mapa no centro que mostrava o avanço do povo nativo e os tipos de produtos que eram produzidos nos locais. Havia um pedaço de tecido com alguns desenhos (linguagem cuneiforme) em tintura vermelha que, surpreendentemente, ainda não foram compreendidos.

Realizamos uma curta trilha pelo território. Durante o percurso, observamos a presença de diversas esculturas feitas com materiais distintos. A criatividade em torno da arte despertou o interesse, sendo alvo de várias fotografias.

Ao fim do tour, fomos em direção ao restaurante. Após a alimentação, os alunos foram encaminhados novamente para o ônibus com destino ao Colégio Adventista de Itapagipe.

16:53- Retorno ao Colégio Adventista de Itapagipe.







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