Diário de bordo
Dia 1 de novembro 2016
Chegada ao Eco Parque às dez horas da manhã.
Fomos recebidos por uma guia muito animada no parque o nome
dela era Roberta.
Andamos pelo parque e depois fomos para uma área coberta,
nesse lugar tinha dois museus um de animais empalhados e outro arqueológico,
nessa área coberta ela explica sobre a fauna e bioma que possui no parque.
Bioma
O litoral norte tem o bioma de mata atlântica. Possui esse
nome porque "atlântica" está próximo ao mar. A maior parte do parque é formada por
espécies nativas,ou seja, é um termo técnico
que quer dizer que as espécies são da região. Uma das características que compõem
a floresta é o solo que é mais firme, mais airado. Uma porcentagem de 9% da mata original do instituto fábrica de
floresta.
Diversas árvores do parque tem machinhas que servem como termômetro, é um sinal positivo que significa que a qualidade do ar está boa, quando
tem muitos líquens pode ser um sinal negativo.
Espécies
As espécies que tem no parque é o macaco prego, mico e jacaré
de papo amarelo que são espécies ameaçado de extinção, os animais que vivem lá possuem ciclo de energia como exemplo, o jacaré que
se alimenta dos peixes e os peixes se alimentam do camarão.
Depois fomos explorar as outras partes do parque com outro
guia.
Ele nos mostrou umas colmeias de abelhas como uruçu amarelo
e abelha mosquito para ajudar a polinização das plantas a produzir frutos para
ajudar na alimentação das aves.
Depois fomos andando, onde localizamos uma barraca de beiju
onde ele começou a fala como surgiu a
historia da tapioca
Tapioca
Tapioca é uma produto feito a partir da mandioca os índios usavam uma técnica que deixavam a
mandioca na água por 24 horas de um dia
para o outro e inchava. Inchando eles colocavam na prensa, cobriam com as
folhas da própria mandioca e faziam um processo de aperto deixando de um
dia para o outro por 48 horas. No dia seguinte tiravam aquela água e depois colocavam em uma chapa de ferro bem quente e acrescentavam a farinha
que juntava e faziam várias formas e colocavam o coco e o açúcar.
Depois fomos para casa do futuro. A casa era feita de plástico, nessa casa mostrou vários tipos de energia limpa, energia eólica, solar e hidroelétrica. Um exemplo disso foi quando o guia mostrou
uma máquina manual mostrando como esses tipos de energia funcionam.
Depois das trilhas na mata nativa, encontramos o Museu de
história natural, que reúne 380 animais taxidermizados (“empalhados”), de 180
espécies, em ambientes que ilustram os diversos ecossistemas brasileiros, é
composto de centenas de espécies da fauna brasileira empalhados como o tuiuiú e
a onça pintada. Para o empalhamento é indispensável a existência de um conjunto
básico de instrumentos ou ferramentas. É necessário também possuir produtos
químicos apropriados para serem utilizados na preparação e na conservação da
pele dos animais, como:
Freezer - Geralmente, a necessidade de manter o animal devidamente conservado, o que é feito mediante congelamento do mesmo. E isso poderá ser perfeitamente realizado, utilizando-se um freezer, desde que o animal esteja devidamente preparado, ou seja, enrolado em folhas de jornal e acondicionado em sacolas de plástico para que não haja vazamentos de secreções indesejáveis. Nestas condições, os corpos dos animais mortos poderão permanecer por um período de 90 dias (ideal) ou mais.
Mesa - Basicamente, todo o processo de
preparação da pele é feito sobre uma mesa, a qual deverá ser preferencialmente
de fórmica, mármore ou granito, para facilitar a limpeza. Ela deverá possuir as
seguintes dimensões mínimas: altura de 80 cm; comprimento de um metro e 20 cm;
e largura igual a 80 cm.
Bisturi ou faca pequena – A abertura do corpo do animal, a retirada da pele, e os cortes das partes do corpo do animal são etapas realizadas com a utilização de uma lâmina de corte. Esta lâmina poderá ser um bisturi cirúrgico ou uma faca pequena, bem afiada.
Arame galvanizado - A taxidermia é uma técnica que possibilita aproveitar a pele dos animais, aproveitando-se apenas uma pequena parte da estrutura óssea dos animais. Por isso, para dar a forma desejada à pele de um animal, após o seu enchimento, torna-se necessário construir uma estrutura de sustentação simplificada. Isto poderá ser feito, utilizando-se arame de aço galvanizado.
Linha e agulha - Após realizar o enchimento da
pele, as incisões feitas no início do processo, para possibilitar retirar o
tecido muscular e os ossos não aproveitáveis, deverão ser fechadas. Isto é
feito com linha e algodão e agulha. Além disso, as costuras deverão ser
utilizadas também para fechar furos e rasgos que eventualmente possam existir
na pele dos animais, decorrentes de acidentes ocorridos com o animal
taxidermizado.
Formol - O formol é um produto clássico, na
conserva de órgãos e, ou, tecidos de animais. Entretanto, em taxidermia este
produto quase não é utilizado; apenas quando se tratar de mamíferos e que se
optar por deixar, no interior da pele, algumas partes do tecido muscular é que
se torna necessária a utilização do formol.
fonte :
http://www.cpt.com.br/cursos-comofazer/artigos/taxidermia-equipamentos-e-produtos-quimicos-para-o-empalhamento-de-aves-e-mamiferos
Turma - 2º Ano A
Alunas - Aline Molinari
- Ângela Nascimento
- Stella Benício.
Alunas - Aline Molinari
- Ângela Nascimento
- Stella Benício.


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