Diário
de bordo – Eco Parque Sauipe
Olá galerinha, somos do
colégio Adventista de Itapagipe, e fizemos uma saída pedagógica com destino
para o Eco Parque de Sauipe. Partimos de Salvador passando pela estrada da
cetrel, onde passamos por Camaçari, Barra do Jacuípe, Guarajuba, Itacimirim,
Praia do Forte e chagando ao nosso destino, Sauipe ás 09:47h. Conduzidos até uma sala, onde foi dado
algumas explicações ditas pela professora Roberta, uma das guias.


Aprendemos que os líquens
são fungos com algas que vivem em simbiose com a planta, que se torna uma
espécie de aviso quando uma planta está em péssimas ou boas condições. Quando
esses líquens ficam como mancha nos troncos ou caule de arvores e plantas, significa
que aquela árvore está em boa condição, porém, quando esses líquens ficam
ásperos ao toque, significa que a planta não sem encontra em boa condição.
O parque é composto por Mata
Atlântica que fica entre os 66 hectares do parque, com uma diversidade de fauna
e flora, como exemplo de fauna o jacaré de papão amarelo e macaco prego, e
exemplo de flora, o pau brasil, cultivado no parque. O parque também apresenta
o cultivo de variadas mudas. E uma das curiosidades é de que o nome sauípe tem significado de " Terra das formigas " e obviamente o nome faz jus ao lugar.
A lagoa existente no parque
é altamente autossustentável, como assim? Bom, nessa lagoa vivem algumas
espécies de peixes, como o tucunaré e o jacaré de papo amarelo. A lagoa
funciona da seguinte maneira: as fezes do jacaré alimentam os peixes, e os
peixes alimentam o jacaré e assim vai seguindo a cadeia alimentar sem
interferência humana.
Após essa explicação foram divididos os grupos, meninas com o guia Chico e menino com a guia Roberta.
O Grupo dos Meninos que ficaram com a guia Roberta, de
início visitou o Múseu onde continha várias espécies de animais que sofreram
algum tipo de acidente e foram recuperados e restaurados para exposição através
do processo de taxidermia.
Algumas explicações foram dadas lá dentro pela guia,
como o porquê dos urubus não serem mortos ao comer carne podre, o motivo é de
que eles voam muito alto e por isso o contato com gases acabam limpando o seu
organismo.
Diferentes
tipos de pedra, usadas para tipos diferentes de necessidade.
Depois de conhecer mais sobre vários períodos da
história, partimos para uma moderna casa feita de plástico e concreto, lá
recebemos informações sobre como a água potável no mundo não é suficiente para
todos do planeta terra, e de que ela é má distribuída para a população.
Fomos orientados também como aparelhos eletrodomésticos
utilizam bastante energia, e que alguns, mesmo que utilizando pouco, por várias
horas ligado acaba acumulando muita energia gasta, e energia envolve também
água por nosso fornecimento ser através de usinas hidrelétricas. Que por sinal
continha um esquema de tipos de energia e uma pequena cidade, e como essas
energias sustentáveis atenderia aquela cidade, A energia eólica, hidráulica, e
solar.
Todas essas, fornecidas pela natureza, com ventos, a
luz do sol, e a água mas a água não é tão bem aceita já que o seu uso é
indevido.
Um esquema mostrava que as energias em conjunto
poderiam fornecer uma cidade e cada uma poderia desempenhar um papel, como
acender a luz dos postes, energia das casas e etc.
Painéis interativos de dentro da casa
O Grupo das Meninas Na entrada do eco parque o guia
chico mostrou as arquiteturas de ferro e plástico que foram criadas por um
ajudante de lá.
Explicou também que esse ajudante vivia em plena
harmonia com os animais e quando ele chegou a falecer os animais não aguentaram
com a depressão e morreram também. Após isso, ele iniciou a apresentação de como era feito o Acarajé e o beiju na época dos índios. Logo depois, nos levou para
área de aranhas e abelhas o qual explicou como era o processo do Mel feito lá.
Andando mais, chegamos em uma casa de utilidades, onde
mostrava o consumo de água e Luz do ser humano excessivo. Enquanto lá eles
reaproveitavam para outros lugares.
Explicou também que as plantas de pequenos portes
encontradas ao caminho da trilha, eram regadas e cuidadas para uma exposição no
shopping. Ele também citou que alguns jacarés que vivem lá normalmente não tem
contato toda hora com o solo e por isso a maioria dos visitantes que chegam só
enxergam o início do rosto do animal.
Tivemos o Almoço com todos reunidos as 13hrs, descansamos, e as 14:50 partimos em direção ao ônibus para o retornar a salvador, Chegando por volta das 17hrs.
Equipe:
Brenda Oliveira, Carolina Costa, Julia Lessa, Sofia Magno, Willian Pereira.











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