DIÁRIO DE BORDO - ECO PARQUE SAUÍPE
Equipe: Carlos Augusto
Lucas Vinícius
Mateus Viana
Milena Benício
- Saída do colégio – 07:35
- Chegada no parque – 09:48
- Início de Trilha - 9:55
- Casa das abelhas - 10:48
- Visita a casa da farinha - 11:02
- Estação Ambiental - 11:23
- Museu - 12:15
- Almoço - 13:00
- Saída do parque – 15:00
- Chegada em Salvador – 17:00
Localizado na Vila Sauípe, a 77 km de distância da capital baiana, o Eco Parque Sauípe é um local administrado pelo Instituto Fábrica de Florestas, instituição que se dedica à preservação e ao reflorestamento dos remanescentes de Mata Atlântica do Litoral Norte da Bahia e a promoção da educação ambiental para crianças, jovens e adultos.
Às 10:00hrs os alunos do 1º e 2º ano do ensino médio do Colégio Adventista de Itapagipe chegaram ao destino referente à saída pedagógica, o eco parque Sauípe, localizado no município de Mata de São João.
Assim que chegaram, os alunos tiveram uma breve aula sobre a vegetação presente na região (mata atlântica), ressaltando as suas características. Apesar da devastação, é a mata atlântica da Bahia um dos mais importantes centros de endemismo do país, com alta diversidade biológica, concentrando 30% das espécies endêmicas de aves, 10% das espécies endêmicas de anfíbios e todos os seis gêneros de primatas encontradas no bioma
Logo após a aula, foi apresentada a taxidermia ou o empalhamento, que é uma tática onde o profissional, taxidermista no caso, pega o animal morto e tira suas vísceras, preenchendo-o com isopor, depois de tal apresentação e algumas recomendações, o grupo foi levado a um espaço onde tinha amostras de animais empalhados.
Após isso, visitaram uma casa feita de PVC e montada para conscientizar as pessoas sobre a preservação do meio ambiente mostrando as reservas de água doce no mundo, além de fontes de energia e consumo de aparelhos elétricos usados costumeiramente dentro de uma casa fazendo o comparativo desses aparelhos através de lâmpadas.
Por volta das 11 horas e 40 minutos, os alunos visitaram o museu do parque. Chegando lá, puderam observar vários tipos de obras, algumas de autoria de Bel Borba. No chão do museu tinha um mapa da região do litoral norte. A maioria das obras ali presentes eram feitas de barro, em meio a inúmeras, uma que se destacava era a de um barco muito comum naquela região em períodos de navegação, aparentemente uma canoa.
Em virtude dos relatos citados, há conhecimento de que foi um dia muito produtivo e repleto de conhecimento, cada aluno absorveu uma quantidade de informações sobre o local, a sua fauna, a sua flora, o clima, dentre muitos outros aspectos. Através de tal experiência, todos obtiveram a oportunidade de aprender principalmente sobre a biodiversidade.







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